um a mais, um a menos
E esse não é um post completo, com piadinhas e fotos.

- mentira.
Tá, menti. Mas também não deu pra resistir. Eu só vim mesmo avisar que vou tentar fazer um mega-post incrível com detalhes da minha odisséia E ilíada pelas montanhas alagadas e desbarrancadas do ES só pra ver meu cachorro de estimação. Ok.
eu.quero.tudo.

FODA
Olá. Tudo bem? Que bom.
Depois de algum tempo sem postar, já que eu não tinha muitos motivos pra isso, resolvi voltar.
Acho que agora eu tenho alguma coisa pra dizer que não fica limitada a 140 caracteres (considerando que eu realmente me limitaria a isso).
A figura aí do lado veio do i-am-bored.com , que é minha fonte principal de recursos naturais na internet, jogos, vídeos, fotos e matérias. Um virgem de IAB poderia passar anos lendo os arquivos e clicando nos links sem cansar. A internet não cansa. A gente que cansa -ahaha.
Pois então, é um convite de casamento, não, é o MELHOR convite de casamento EVER. Se eu tiver convite de casamento (vai que quando eu casar tenha saído de moda) eu quero assim, ou pelo menos QUASE assim. Porque esse ficou muito legal meeeesmo.
Na segunda parte do dia uma prima minha está grávida. OH, grande coisa. Tá, mas pra mim é. Ela é a primeira da minha geração a casar e ter filhos. E não é muito mais velha que eu não.
Já falei que na minha idade mamãe já tava grávida de mim?
Pois é, por um lado é bem verdade que a nossa geração faz as coisas mais cedo e as assume mais tarde, mas por outro coloca em cheque a noção de que é melhor esperar o mundo mudar antes de decidir seguir com a vida.
Não adianta. É natural. Faz parte da nossa condição. Não dá pra explicar o amor, não dá pra explicar a necessidade de reproduzir, não dá pra explicar por que a gente insiste no que não dá certo e que nos faz infeliz, não dá pra explicar porque tem mais de 30 tipos de maçã e só uns 15 de morangos, que é bem melhor, enfim, não dá, mas dá vontade.
E essa foi minha reflexão de hoje.
MÚSICA
Alanis morissette.
Lembram do Jagged Little Pill? é, eu não lembrava, tava ouvindo hoje. Delícia mesmo.
Cara do domingo com feriado na segunda. SÓ imagina a cara.
É minha recomendação de hoje.
Aliás, essa e A hangover you don’t deserve do Bowling for Soup.
Que é basicamente uma obra prima deles. Cada música tem uma verdade. E cada ritmo te leva de volta. Se nunca ouviu, duvido não cantar junto na terceira vez que ouvir, se já conhece duvido não cantar junto desde o começo. du-vi-do.
se você pular, eu pulo.
Enfim, de volta.
São Paulo é o tipo de lugar que me muda cada vez que eu passo por lá. Não é que a cidade tenha esse poder. Até tem, mas o problema é que cada esquina traz uma lembrança, cada música, sensação e etc…
O lado bom disso é que realmente consegui me colocar de volta. Meu foco, minha vida. Ver pessoas em situações completamente diferentes da minha e ver como cada um lida consigo mesmo é um exercício de observação que sempre me aterroriza quanto à perspectivas e, por isso mesmo, me encanta.
Uma coisa que sempre me ajuda é o chuveiro. Eu AMO meu chuveiro. Quando em visita à outros ares dificilmente existem chuveiros tão bons, entenda-se água quente num fluxo monstruoso, então eu meço por aí.
Viajar é bom, mas dá saudade do chuveiro da gente.
Who Says you can’t go home?
Visitei 99% dos meus fantasmas e todos eles me deram passagem livre. Eu já não tenho saudade da minha cidade natal. Eu cresci lá, vivi lá, mas não é minha casa mais. Não me sinto mais um mogiano. Paulista sim, algumas coisas nunca mudam. Só não sei pensar como mogiano mais. Fora que o tempo parou por lá, nada mudou consideravelmente. Não consigo imaginar onde eu me encaixaria lá.
Num dos dias de viagem fui parado por uma senhora na Av. Paulista que me pediu informações. Definitivamente não tenho mais cara de paulista. =/
E o que isso tem a ver com qualquer coisa?
Bom, significa que achei minha casa de novo.
O ritmo insano dos últimos dias me mostrou uma vida que eu teria dificuldades de entender porque a escolhi. Acima de todas vantagens, acima mesmo, eu senti saudades de casa.
Esse lugar pode ser parado, pequeno, atrasado e a vida aqui pode exigir alguns esforços, mas pelo menos estou feliz, o que é muito, muito, melhor.
logo ali.
Um domingo, por essência, tende a ser preguiçoso, devagar e agonizante. Até porque amanhã ainda tenho aulas, algumas tarefas, mas nada de mais.
Eu até tinha alguns planos, mas as coisas não correram exatamente como eu gostaria. O que me deixa a possibilidade de usar esse tempo pra alguma coisa melhor do que os programas de televisão de domingo, que comem sua alma e seu espírito. (ueeuuhaeuhaeu)
Estou quase de malas prontas pra uma pequena jornada em busca de um tempo razoavelmente proveitoso, não muito dispendioso, apesar dos gastos necessários, e que sirva pra recolocar algumas perspectivas em linha. Viajar sozinho não é uma coisa que se deva fazer sempre, mas tem dias, anos, meses, horas, que é bom. Que ajuda.
Quando eu marquei a viagem eu pensei logo numa corrida às compras e novidades que só se encontra em sp (sem o ‘delay’ de três meses) mas logo me dei conta de que só isso não estava ajudando. Então resolvi visitar pequenos fantasmas da memória de infância, ver lugares, pessoas, cores, cheiros, sons e sensações das quais eu só tenho guardados pequenos ecos.
Ok, dois fatores, tudo bem. Mas e meu constante estado de inquietação dos últimos meses? Bom, vamos colocar na lista então.
No fim eu decidi que a viagem ia ser um momento meu, pra colocar as coisas no lugar, dar fim a outras e começar ainda com outras.
E o que seria de uma viagem sem sua trilha sonora?
Então eu estou sentado de frente pra minha biblioteca musical, escolhendo o que vai me acompanhar nessa empreitada.
Shall we?

Eu incluí alguns filmes, pra momentos de sossego ou de translado mais demorado (hora do rush na marginal, quem curte?) mas foram poucos. A música que é o assunto agora.
O cd que eu adicionei primeiro foi o “Donde jugarán las ninas?” do Molotov, até porque eu to indo em ordem alfabética e tem uma interrogação invertida (que eu não sei fazer) antes do nome desse cd. O clima ‘cholo’ desse cd serve são paulo muito bem, especialmente nas idas de santa efigênia e largo são bento.
O Próximo foi “Air Raid Serenades” – The Hellacopters , é uma coletânea e não é bem a trilha sonora de estrada, mas tem um clima ‘preppie’ pra night que é ótimo, é quase um milkshake depois do banho, uma cerveja seguida de “e aí, bora pra balada?”, ahehuaehuhuae, mas é música de festa, ou pelo menos, do começo dela.
“Almost Here” – The Academy is… é a cara do adolescente paulista, o rockzinho semi-hardcore-emo lembra muito os antigos festivais que eu costumava fazer o mundo virar ao contrário pra conseguir ir. Numa tarde de galeria do rock, recomendadíssima, comprar camisetas e all-stars ecoando ‘black mamba’. Ah, os meus 15 anos…
Depois partimos pra um clima mais pop, “Alright, Still” – Lily Allen , é a cara do começo de noite nos jardins, um drinque no carro, uma brisa fria, perfume novo, ser jovem e sentir o mundo aos seus pés. Rir um pouco com amigos novos, melhores amigos eternos de 5 minutos atrás e um ou outro trident de hortelã pra dizer que hoje é o dia.
“Americana” – The Offspring é o sorvete com os primos à tarde, vocês se conhecem a vida toda, sabem tudo um do outro, até coisas que as mães nunca poderão saber. A sua adolescência pede passagem, suba pra uma carona de uns minutos, vale a pena.
“Appeal to reason” – Rise Against olha, o cd é FODA, e é agressivo, sujo, pesado e totalmente viciante. Pra ouvir no metrô (com cuidado, mano) tem o clima da cidade grande e ajuda a imaginar um clipe sendo feito com você ali no meio, tudo se encaixa com bastante facilidade. Assim como o “Avenged Sevenfold” – Avenged Sevenfold, músicas pra enfrentar o mundo.
Na letra b, eu escolhi “Because of times” – Kings of Leon eu gosto muito desse cd, a acústica dele, as músicas o clima…não sei… É a estrada aberta de madrugada, quase amanhecendo, com gosto de achocolatado (não posso, mas sei que gosto tem) aquele friozinho, o céu azul-cinza (sp, baby) escuro, a noite intensa que vai ficando pra trás, a relva de um dia novo. É o caminho pra casa, pra cama. Os restos de gosto de bebida nos lábios e o cigarro nas roupas. Esperando o dia amanhecer enquanto alguns pingos de chuva batem na janela, alguém nos braços…
“Bullets and Octane” – Bullets and Octane é um cd pra colocar num dia de sol, churrasco e piscina pra entrar na pilha, no clima. É o que ME põe na pilha, porém….
Deixando um pouco de lado a intensidade de algumas bandas temos “Coaster” – NOFX é despreocupado e feliz, rápido e ritmado, tem uns riffs grudentos mas vale a pena, escutar pra esquecer de tudo mais.
“Crossroad” – Bon Jovi se é uma viagem pra visitar lugares que são velhos conhecidos, porque não músicas que são velhas conhecidas? Sem vergonha de cantar junto. E ‘Someday i’ll be saturday night’ ainda é espetacular.
“E.N.D.” – Black Eyed Peas não é que eu seja fã, mas eu admito: esse cd tem umas baladinhas eletrônicas bem gostosas. Dá pra ouvir, não todo, tem umas músicas bobinhas demaaais, mas tem outras que compensam. Ouvir, mas com cuidado.
E vou pulando alguns álbuns, tá, tá, “For My Friends” – Blind Melon, se você nunca ouviu, ouça. Os vocais finos e meio esganiçados podem ser duvidosos mas os arranjos de guitarra espetaculares, com solos e riffs pra todos lados, mas sempre ordenadamente e harmonicamente construídos, uma bateria bem marcada, vão fazer valer a pena. Um dos melhores cd’s que eu já ouvi. É música pra olhar pro horizonte e tentar entender.
“Found in the Flood” – The Bled tá, não tem nada a ver com viagem, mas eu adoro esse cd. E me dá boas lembranças também, então por que não?
E pula, pula, e música pra acordar domingo : “A hangover you don’t deserve” – Bowling for soup melhor rir do que chorar, depois de se recuperar, põe BFS pra rodar e vamos pra outra.
“Half the perfect World” Madeleine Peyroux música pro pastel no mercadão (de mogi, of course) uma manhã civilizada, no meio de anos de estória. Ok, meus pais que sabem da estória e viveram ela, mas eu gosto de parecer legal. E a voz dela é MARA.
Lembra da ressaca? então, enquanto você tenta colocar a perna no lugar e desentorta o braço, ponha uma roupa, caminhe até a padaria mais próxima, peça suco de laranja e pão com manteiga na chapa e peça pra colocar “Howl” – B.R.M.C. pra tocar. Como ele não vai ter, lembre-se de levar seu mp3 num volume moderado, só o suficiente pra suprimir o barulho do espremedor de laranjas.
Quando você almoçar cedo e tiver a tarde livre, e se por acaso for pra algum parque….“it won’t be soon before long” – Maroon 5 sorvete de morango e crianças rindo, perfeitas como músicas de fundo e sol na cara.
“Made in U.S.A.” – Beach Boys como eu também vou pra praia, é inevitável não pensar em beach boys. i-ne-vi-tá-vel.
“Off the Wall” – Michael Jackson é minha pizza com os tios, programa em família, primos na mesa, vovó só de olho e muita bagunça como nos bons tempos.
“Pennybridge Pioneers” – Millencollin A energia desse álbum é ótima, anima qualquer dia, dá vontade de botar bermuda e aprender a andar de skate. Feeling de asfalto e mcdonald’s, adolescência urbana. Gosto bom.
E como era de se esperar, show de rock. Pra dar o gás necessário na ‘concentra’ (AUSHEHASHEHASEAS) tem que ter “Rage Against the Machine” – Rage Against the Machine que é um dos melhores deles. Velocidade e climáx, com riffs marcantes e músicas lendárias. Duvido você ficar sem nem marcar o tempo no pé. E vamos pro mosh.
“Stand by the D.A.N.C.E.” – Forgotten Boys é o rock paulistano. É a cara do adulto- jovem da cidade. É onde o adolescente roqueiro aposenta a camiseta surrada do Led e começa a se vestir com mais esmero, as meninas bem resolvidas, tão arrumadas que quase são confundidas com patricinhas, se não fosse o all-star branco. Que só querem diversão e a noite sem fim que vai começar já, já.
“Steal this Album” – System of a down Veeeeeeei! Anarquia! larga tudo e vamos chutar lata no meio da rua que às vezes é bom!
“Stomping Ground” – Goldfinger Completamente califórnia. A coca-cola antes do almoço no jardim, o chiclete com recheio ácido. E fazendo tudo isso com o boné pra trás, sonhando em ser Tony Hawk.
E quase chegando ao fim, vamos escutar “There’s notinhg left to lose” – Foo Fighters , claro enquanto você vai pra casa da vovó tomar café da tarde, vai ouvindo isso, esperando o céu ficar amarelado, avermelhado e o sol ir embora na expectativa da lua que vem aí.
“Whatever People say i am, that’s what i’m not,” – Arctic Monkeys quando você sai no meio da balada pra conhecer melhor aquela menina, vocês podem acabar comendo um hamburger, perdidos na noite, rindo sobre as batatas fritas, entãovai tocar bem longe, arctic monkeys. É o despropósito, a bagunça, o inverso do que devia ser. Melhor colocar na lista, por precaução, né?
“With the Beatles” – The Beatles músicas pra começos e fins, pepsi ou guaraná, nunca coca-cola. Talvez pela sensação de multidão seja uma boa ouvir enquanto no bairro japonês, escolhendo bugigangas piscantes e procurando yakissoba.
E por fim, mas FIM MESMO, “With Lasers” – Bonde do Rolê porque todos nós ficamos bebâdos (se nunca ficou, saia do blog, please) e fazemos merda. Esse cd é merda em alto estilo. Quase ninguém conhece (meus conhecidos foram forçados a conhecer, porém) então tem o elemento surpresa. O Valor de se estar totalmente chumbado e cantar obscenidades é imensurável.
E acho que eu concluo aqui. Talvez tenha muita coisa que ficou de fora, mas do jeito que tá eu vou passar a viagem toda com fones no ouvido. Definitivamente não. Às vezes o som pode estar alto, às vezes mais baixo, às vezes nos fones, às vezes no carro ou em aparelhos de som. Mas o importante aqui é que seja mais um fator na viagem, não ela TODA.
Pense na sua próxima viagem.
O que você gostaria de escutar?
Todas cidades tem seus sons, São Paulo tem sua música. é um aglomerado de barulhos que não acaba mais. No começo pode ser estranho, mas se acostuma. Faz parte do charme, da energia.
Ouvir uma música enquanto vê uma cena, observa uma vida, passeia num lugar, tira uma foto. Parece que foi feito um pro outro, essa música e essa foto.
Coloque-se à disposição de uma trilha sonora e veja onde seu dia vai acabar.
Capaz de você começar a cantar músicas na sua cabeça quando não houver som perto.
O que parecer adequado, inadequado, frases boas, ruins, melodias boas, ruins, músicas que falam de amor, de ódio, de chorar, de tragédias, de recomeços, de ter filhos, de alegrias, de aniversários, de ser bom, ruim, de histórias que nunca existiram, de pessoas do passado, do futuro, de indagações, de teorias ou músicas sem sentido pra cantar junto e sorrir. Música sobre ser jovem, velho, homem, mulher, meio-termo. Música só sobre aproveitar a vida e viver.
Viva com música.
O que você gostaria de escutar?
este post foi dedicado.
Velociraptors e Tortas de Limão
O prólogo das férias do beto.
Como eu já não dou mais a mínima pro motivo de ter criado um blog, vou falar sobre minhas expectativas e noções gerais sobre férias. Se é que são férias.
A sensação de ter férias, depois de o que? três anos? não, quatro anos, é meio legal sabe.
Eu não faço a menor idéia do que eu faço, só sei que vou dormir até às quatro da tarde amanhã. E ver desenhos depois.
Programei uma viagenzinha também, levar um pouco do meu charme pra sp também é uma boa pedida. Comprar bugiganga, comer pastel (oi, juanita) e passar frio. YEY.
Aí eu comprei as passagens e lembrei que eu tinha que me programar pra viagem. Conheço uma menina fez uma viagem pro sul uma vez e tinha descrito os horários que ia fazer quase tudo (pros

bathroom brakes ela deixou em aberto várias horas), com nomes dos lugares, ônibus, opções, tarefas. Tá, meio absurdo EU fazer isso, já que pra mim o caos é necessário. Mas eu gostei da idéia, se eu me organizar 10% disso, com certeza vai ser a melhor viagem de todas (pra quem já passou até por ter que dar suborno pra guardinha no rio, tudo é lucro).
Então eu fiz um guia de viagem pra todos. Com exceção dessa menina, que com certeza não precisa das dicas.
Cinto.
Se você vai viajar de avião, atenção aqui, cinto, fivela de cinto, SEMPRE pega no detector de metais dos aeroportos. Aí você vai segurar a fila, tirar o cinto e perder o avião. Ou pelo menos os drinques na sala de espera. Não usa, ok?
Binóculo.
VEI, binóculo? poha, quem usa binóculo nas férias? se você já foi até lá, anda mais um pouco e vê de PERTO. Saco.
Isqueiro.
Pode parecer mó boa idéia no começo, mas no avião também não é permitido levar isqueiro. Carro e ônibus pode. Só não vai fumar no banheiro, a galera não gosta. Vai por mim.
Discman.
Deixa em casa com o binóculo.
Documentos.
Tipo, leva né. Mas faz o possível pra não levar CPF, RG, Carteira de motorista, Certidão de nascimento. Só o RG tá bom, ou a carteira de motorista, pra alguma eventualidade.
Canivete.
Se você conseguir levar isso com você, ótimo, se armar nunca é demais. Não dá pra saber quando você vai ter que impor respeito ou se defender.
Cueca.
Só se você for ter contato sexual com alguém, do contrário, não.
Malas.
é, é bom né.
Aqui, vou parar esse post.
eu faço um melhor outra hora, hoje eu to de férias e quero FESTAAAA.
A importância das batatas fritas.
Olá.
Hoje é sexta-feira. E como um bom peão classe A eu como em self-service. Comer em self-service na última sexta do mês em vez de optar pela comida mid industrial do refeitório da firma (alou!) é o ápice da festa particular que nós fazemos questão de ter. E dá-lhe coca litro.
Então que nós, mini peões, saímos para almoçar na tradição local do self-service com churrasco. De carro, porque van é coisa de funcionário careta de escritório. Uma vez no destino, um restaurante razoavelmente simples no meio de um bairro residencial, que oferece churrascos e sushi juntamente com o resto das habituais misturanças. O primeiro passo, claro, é sair entre 11:25 e 11:35 da firma, pois ainda tem muita comida “nova”, por “nova” entenda “sem marca de dedo”, e poucas filas.
Mesmo se houvesse uma indicação clara no chão de qual é o sentido que se deve seguir ao redor do buffet, eu provavelmente iria no reverso, aparentemente eles dificultam o acesso às comidas boas colocando porcarias no começo.
Pule a salada. Salada você come em casa.
Picanha. É, picanha é bom. Você vai, enche o pandú de picanha, costelinha, coração, queijinho, linguiça e por aí vai…na verdade não, só isso presta mesmo, anota. AÍ que você uma plaquinha bem assim: “Somente churrasco R$28,60 Kg” , ou seja, fodeu. Você SÓ pegou carne e vai pagar o dobro por isso? BIxo nem a pau. Corre ali no buffet, tomate? não, coisas verdes? não, arroz? pra que? ensopado de siri? não…eca! MAS espera! batata frita! A solução! Não é carne, mas também não é assim, um sururu com feijão tropeiro! (um dia explico minha admiração X horror com restaurantes self-service) ENTÃO amigão, pula lá, pega um punhado e faça a felicidade da tia da balança.
Esse foi apenas um caso onde as batatas nos salvaram de um futuro trágico e catastrófico, existem mais, muitos mais, milhares mais. Reflita.
Vamos supor, por um minuto, que você foi ao shopping com sua amiga especial que você totalmente tá afim de traçar, bem, não sei porque você escolheu shopping, mas agora já era. Uma vez na praça de alimentação começa a porra da decisão de “o que vamos comer amor?” Que você sabe vai desde lanches naturais até comida mineira, passando por pizza, arabe, hamburger e aquele restaurante estranho que diz que vende comida alemã, mas você só vê velhinhos tomando choppe lá dentro. Faz assim então, senta, pede batata frita! porção mesmo, cara. Dá uma dessas e ela ou pensa que você sabe de alguma coisa que ninguém sabe ou que é brega mesmo, mas ei, ela ainda não fugiu, fugiu? (se ela fugir, encurrale ela na escada de incêndio, acredite, é melhor).
Então vocês estão lá, dividindo batata, coca-cola, amor eterno, e chatisse, quando ela resolve que condimentos são a solução pros problemas do mundo e quer porque quer botar catchup na batata toda.
Não deixe.
Por mais que você goste, não deixe, é questão de proteger o futuro da humanidade, de contaminar os estoques de batata do seu pratinho com danos irreversíveis, caso você mude de idéia. Nunca deixe uma mulher dizer quem você é. Oi.
As batatas podem, também, significar que você precisará bater na sua mulher, mas não se preocupe, se ninguém ver não é crime. O valor de um chute no pé da goela dentro do carro no estacionamento, é puramente informativo.
Então é isso, gente. Lembrem que a invenção da batata frita, ou french fries, é belga ( ei mãe ) e não francesa, eles só robaram o conceito, assim como esqueceram de tomar banho.
damn commies.

me dê todo seu dinheiro.
Hoje, como todos os dias, me perdi em algumas divagações importantíssimas para o mundo. Perguntas que sempre serão pertinentes, nessa ou na próxima vida.
A de hoje era: carteira.
Na verdade eu recebi meus novos cartões pelo correio, o que imediatamente me levou a substituição dos antigos. Depois de cortar os cartões, comecei a substituir, um por um, meus novos amigos de compras. Foi mais ou menos aí que eu percebi que minha carteira encontra-se num estado deplorável de conservação, aliás, não conservação, mas de “uso”, porque eu venho utilizando essa fiel companheira há algum tempo.
Então eu comecei a pensar na substituição da minha carteira e não demorou muito pra eu lembrar que nunca comprei uma carteira na vida. Como substituir então? Como que eu escolho uma carteira? De que ela deve ser feita? Quantos compartimentos? até quanto é aceitável gastar nisso?
Bom, dicas não faltam:
O primeiro passo foi esquecer uma questãozinha que me deixou um pouco apreensivo: namorada. Com exceção da minha carteira do beach park e de uma que minha mãe me deu, todas outras foram dadas por namoradas (ou afins), que, ou gostariam de inspecionar melhor meus cuidados com monetariedades ou simplesmente não confiavam no meu gosto musical para acessórios.
De certa forma eu prefiro assim, ganhar. Porque se trata de guardar dinheiro, sorte, nhoque da sorte e tal, fora que é ótimo ter sempre uma lembrança de pessoas que gostam de você sempre ali. Nunca se sabe quando um sorriso amarelo pode atacar, numa lojinha que é a cara da pessoa ou na hora de pagar um sorvete num lugar que te leve de volta…
Ok, divagando.

Voltando à escolher. Como é uma boa carteira? Quem faz boas carteiras? Que tipo ganha mais gatas? Eu achava que estava confuso antes do post…agora então não sei nem se devo continuar saindo de casa para aterrorizar o mundo. Será que usar carteiras com desenhinhos ainda é legal? Ou será que o que hoje em dia impressiona é carteira de couro simples, estilo a que meu pai tem? ¬¬
Ah, não tenho dicas. Não tenho noção do que vou fazer. To QUASE achando que é melhor arrumar uma namorada e pedir pra ela. Ou subornar alguma mulher pra fingir ser minha namorada e dar uma carteira pra mim… O.o
Pra você ver como eu to precisando de uma neh?
Façamos assim, eu finjo, FINJO, que dá pra continuar com minha querida surradinha que mal mal comporta meus dinheiros de banco imobiliário, que dirá moedas de verdade.
Aí eu sossego, vou dormir, porque hoje é domingo, amanhã tem prova, e penso nisso melhor outra hora. Até porque eu to botando fé que blog não tem muita utilidade se não tiver utilidade. Deixo um beijo pros amigos, continuem na luta.
E se, aliás SE alguém ler esse blog, esse post, me dá alguma ideia? tah, brigado.


Lembra da época que existiam hippies pelo mundo? Nem eu. Mas eu já vi em filme. E procurei essa foto show na internet também. Cultura hippie. Agora, qual é a qualidade mais relevante de um hippie sujo e anárquico? Exatamente! Ele é sujo, anárquico, pervertido, desvirtuoso, desprovido de morais comuns à sociedade. Ele é um marginal. Era, né, hoje ser hippie é status e comunidade de orkut. Ser hippie era dormir com várias mulheres, caras, às vezes, afinal, liberação dos direitos e taaal. Temos então: Promiscuidade, moral divergente da tida como normal daquela sociedade, roupas estranhas, cabelos estranhos. Ah, fora que a música hippie também era uma coisa um pouco diferente da que tocava nas rádios. Então inclui música na lista. Faltou drogas? Nunca falta. Hippies gostam de viajar por aí com kilos de festinha portátil, ácidos e outras brincadeiras-in-a-bag. Adiante.

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